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Mori-Cefiloridânatas

Segundo a arqueologia, por volta de 1900 AEC povos caçadores estabeleceram-se nas margens do rio Yonah. Estes povos eram conhecidos por serem extremamente agressivos, mas ao estabelecerem morada fixa terminaram por aos poucos tornarem-se povos agrícolas. Chamavam sua primitiva organização política de Mori-Cefilóri.
Não usavam nenhum gentílico, mas os púnatas do sul, ao entrarem em contato com essa civilização em 1200 AEC os chamaram de mori-cefiloridânatas.

Sobre o que aconteceu com eles fizeram no primeiro período pouco se sabe, mas um conceito por eles desenvolvido tornou-se um legado para o continente ... seu conceito de que Yonah era uma força de vida, matendo todas as coisas que respiram. Como dependiam do rio para sua agricultura, chamaram o rio pelo mesmo nome da força de vida.

Não tinham líder político, e cada dono de terras defendia-se como podia. Rixas de famílias rivais muitas vezes transformavam-se em pequenas batalhas, e a justiça só era feita pelas próprias mãos. Até o fim do período, seu modo de vida geração após geração não se alterava: plantavam e apascentavam, exatamente como fizeram os antepassados.

Sefas e Púnatas

Por volta de 1800 AEC os sefas tinham formado um pequeno reino entre os rios Sefani e Cinco Quedas. Havia entre os sefas uma grande desproporção entre homens e mulheres, o que os obrigou a permitir a poligamia. Fato curioso era que ao morrer o marido, a principal esposa tinha a obrigação de suicidar-se, para não difamar a honra da família de seus pais. Povo pouco belicoso, os sefas tinham problemas em manter a unidade de seu reino. Para debelar rebeliões dependiam de príncipes locais e da habilidade militar dos povos subjugados. Foi senão em 1687 AEC que Gorão, o príncipe púnata, ao ser chamado para acabar com uma rebelião das tribos nativas do além rio (outro lado do Cinco Quedas), acabou por derrubar os sefas do poder, e estabelecer sua dinastia, estabelecendo o reino dos púnatas. Gorão era leitor assíduo do épico Agorão, escrito por volta de 1800 AEC, por escritores púnatas. O épico é até hoje um marco na literatura mundial. Narra a história de um líder, Agorão, de um povo vassalo que derruba o poder vigente e eleva o seu povo a posição de dominadores.
Os púnatas passaram duas décadas lidando com oposição e tentativas de estabelecer o antigo poder, até que tiveram fôlego e puderam fazer buscas nas terras ao redor. Era uma grande icógnita para eles o que havia ao norte. Achavam que o mundo acabava ao leste no rio Tuzor, ao oeste algumas tribos primitivas diziam que haviam um grande mar, mas o norte já havia sido batido por muitos quilômetros e só encontravam uma terra erma, sem habitantes. Logo uma sensação de solidão batia na sociedade púnata... estariam sozinhos no mundo, acompanhados pelos bárbaros do oeste do rio Sefani e nada mais? Não havia resposta.

Alebrínatas

Por volta de 1600 AEC, a civilização alebrínata começou a florescer na foz do rio Sete Faces. ruínas indicam que mediam, contavam, pesavam e escreviam. Possuíam estradas de maneira mais organizada que os sefas no oeste. Sua civilização também achava-se isolada, cercada de tribos bárbaras. Cresceram sem saber dos outros reinos adeipúnatas e ninguém sabe como vieram ao fim.

Fersam, Faterum e Sinden - os três reinos

Mas nem tudo era isolado nos primórdios. Três reinos se formaram no norte: Fersam, Faterum e Sindem.
Fersam, na nascente do Sete Faces, era um reino bem estabelecido, Faterum, no extremo nordeste era um reino onde o rei possuía pouco poder, e o poder era exercido por lugares-tenentes e Sinden era uma teocracia: o rei era uma espécie de deus. Sínden comercializava muitos produtos com os distantes fersânatas, inclusive os minerais dos faterúnatas. Os três reinos sabiam de sua organização política e se respeitavam, conhecendo além deles apenas tribos de nômades e bárbaros que saqueavam uma vila aqui, outra acolá.
Nesse eixo de nações nasceu o primeiro carro com rodas que se tem notícia, em 1700 AEC. Númaior e Danélia ainda não possuíam nessa época tal novidade.

Apesar da proximidade, alebrínatas e sindênitas nunca tiveram contato.

 

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